Olá, X!Já conversamos aqui como a casa - importante na vida de qualquer um - ganha outra dimensão na rotina do expatriado.
Aqui falamos sobre como o lar doce lar “expatriático” pode custar caro.
O que ainda não fizemos foi trocar ideia sobre o processo de escolha de um endereço no exterior.
Se isso já é complicado no Brasil, pesquisar, barganhar e fechar negócio em outra língua exige - no mínimo - paciência com você mesmo.
Ok, não tem milagre, a gente sabe que a verba é o que direciona a estratégia de busca por um teto. Mas definido o orçamento, outras coisinhas podem ajudar na escolha.
Como cada país tem suas peculiaridades nas transações e cada cidade tem suas características, não é demais dizer que informação é o alicerce dessa empreitada.
Claro que cada caso é uma casa. Para alguns, qualidade de vida é estar em um ponto badalado, ou morar longe do barulho, ou em um lugar espaçoso. Tem gente que tem que conciliar o endereço com a escola das crianças, já que em alguns lugares o cep pode definir um ensino público de melhor qualidade para o pimpolho.
Enfim...Vou partir do meu exemplo.
Ainda no Brasil, fazendo aquela pesquisa frenética que todo expatriado em potencial faz, cheguei a um resumo básico sobre Houston: cidade grande, com péssimo transporte público, muito congestionamento, clima hostil - com furacões e tempestades que provocam alagamentos. Na pesquisa também levantei as principais áreas de comércio e a localização das melhores universidades.
Para o trânsito não me fazer romper com o relógio, seria importante buscar um lugar “perto de tudo”, que, para mim, é um meio termo entre trabalho, escola e comércio. Deveria ainda evitar o andar térreo - por causa das enchentes - e o último andar - para não correr o risco de ficar sem telhado durante uma ventania.
O bom é que a cidade é pensada para receber inquilino. Em cada esquina tem um condomínio de casas ou apartamentos com promoções interessantes. Está tudo ali, prontinho, gostou? E só pagar o depósito - a ser restituído no fim do contrato - e mudar.
Se isso já é complicado no Brasil, pesquisar, barganhar e fechar negócio em outra língua exige - no mínimo - paciência com você mesmo.
Ok, não tem milagre, a gente sabe que a verba é o que direciona a estratégia de busca por um teto. Mas definido o orçamento, outras coisinhas podem ajudar na escolha.
Como cada país tem suas peculiaridades nas transações e cada cidade tem suas características, não é demais dizer que informação é o alicerce dessa empreitada.
Claro que cada caso é uma casa. Para alguns, qualidade de vida é estar em um ponto badalado, ou morar longe do barulho, ou em um lugar espaçoso. Tem gente que tem que conciliar o endereço com a escola das crianças, já que em alguns lugares o cep pode definir um ensino público de melhor qualidade para o pimpolho.
Enfim...Vou partir do meu exemplo.
Ainda no Brasil, fazendo aquela pesquisa frenética que todo expatriado em potencial faz, cheguei a um resumo básico sobre Houston: cidade grande, com péssimo transporte público, muito congestionamento, clima hostil - com furacões e tempestades que provocam alagamentos. Na pesquisa também levantei as principais áreas de comércio e a localização das melhores universidades.
Para o trânsito não me fazer romper com o relógio, seria importante buscar um lugar “perto de tudo”, que, para mim, é um meio termo entre trabalho, escola e comércio. Deveria ainda evitar o andar térreo - por causa das enchentes - e o último andar - para não correr o risco de ficar sem telhado durante uma ventania.
O bom é que a cidade é pensada para receber inquilino. Em cada esquina tem um condomínio de casas ou apartamentos com promoções interessantes. Está tudo ali, prontinho, gostou? E só pagar o depósito - a ser restituído no fim do contrato - e mudar.
Como em todo lugar do mundo, uma carta referência do seu trabalho ou do gerente do seu banco no Brasil pode ajudar a reduzir burocracia, ou alguns valores, como o do depósito de segurança.
Bem, voltando à minha experiência, depois de uma semana de pesquisa, tempo curto se comparado com o período de procura no Brasil, e entre opções que tinham diferenças mínimas, preferi ficar com um espaço zero Km. Acho que o cheirinho de lugar novo acabou dando gás àquela ideia de vida nova. Como as casas por aqui já vêm equipadas com eletrodomésticos, poder contar com máquina de lavar, geladeira e coisas do tipo sem uso também foi um diferencial.
Acho ainda que acertei ao não escolher nada grande. Serviço doméstico é caro por aqui e, não adianta, faxina brasileira, só no Brasil. Então é bom facilitar a vida e se preparar para encarar o estilo “faça você mesmo”.
Gostou da sua escolha? Ótimo! Ficou decepcionada? Se vale uma última dica: ajuda ter sempre em mente que nada é para sempre! Ainda mais para expatriado...
Bem, voltando à minha experiência, depois de uma semana de pesquisa, tempo curto se comparado com o período de procura no Brasil, e entre opções que tinham diferenças mínimas, preferi ficar com um espaço zero Km. Acho que o cheirinho de lugar novo acabou dando gás àquela ideia de vida nova. Como as casas por aqui já vêm equipadas com eletrodomésticos, poder contar com máquina de lavar, geladeira e coisas do tipo sem uso também foi um diferencial.
Acho ainda que acertei ao não escolher nada grande. Serviço doméstico é caro por aqui e, não adianta, faxina brasileira, só no Brasil. Então é bom facilitar a vida e se preparar para encarar o estilo “faça você mesmo”.
Gostou da sua escolha? Ótimo! Ficou decepcionada? Se vale uma última dica: ajuda ter sempre em mente que nada é para sempre! Ainda mais para expatriado...
Também tem dicas como essas? Divida com a gente! Mande seu texto para expatriadas@hotmail.com.
Imagem: SXC

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