Olá, X!A não ser que você entre em coma ou decida se fechar em uma mala, penso ser impossível alguém sair ilesa, ou ileso, do processo de expatriação. A reviravolta acontece por dentro e por fora.
Esteticamente falando, a globalização das tendências facilita muito a vida de quem partiu para longe. Saber que seu guarda-roupa, ou uma boa porção dele, vai “caber” em outra língua economiza tempo, dinheiro e horas daquele lenga-lenga interno: “será que estou muito exótica?”
Mas existe alguma coisa, que eu ainda não sei dar nome, que - mesmo com tal uniformidade estética - faz da moda de cada país algo absolutamente particular.
Não sei se é o estilo, pode ser o corte ou tecido. Seriam as cores? Aqui tudo parece mais vivo e gritante. Será que os chineses carregam mais na tinta nas peças que vem para a casa do Tio Sam?
Isso é quase “desimportante”. O que incomoda mesmo é que eu já não sei mais dizer o que vai contra a minha definição de belo. Ao mesmo tempo, não tenho mais uma ideia clara - como achava que tinha no Brasil - sobre padrões estéticos.
A certeza é que, no que se refere à aparência, vou voltar bem diferente. Já mudei corte e cor do cabelo, revolucionei o estilo dos sapatos, deixei o closet mais descontraído, talvez porque esteja em uma fase de ausência de compromissos profissionais, enfim...
Quanto à reforma interna, bem, é esse o aspecto que mais trato nesse ambiente. Sempre que tenho a oportunidade não deixo de contar como essa experiência “expatriática” tem mexido com minha mente e meu coração.
Xs! que encontro por aí dizem o mesmo, que a mudança vem, o que varia é a velocidade.
A questão é saber se a gente quer mesmo passar por isso. Acho que é uma reflexão justa. Já comentei aqui que a expatriação tem uma aura de coisa boa, e penso que essa super expectativa que se levanta em torno dela pode minar um processo que, para ser rico, deveria ser iniciado com responsabilidade.
Na última X! entrevista, que trata da vida profissional dos expatriados, a especialista em transição de carreiras, Elaine Saad, fala sobre a importância de pensar com carinho na proposta de expatriação: “ simplesmente ir embora sem se ter certeza que a chance é realmente de crescimento e desenvolvimento é um ato impensado, muito comum antigamente, mas que não se aplica mais para o Brasil de hoje.”
Por isso, nada de culpa por ousar pensar que a expatriação pode não ser para você.
Além disso, Elaine acrescenta que o Brasil passa por uma fase de muitas oportunidades.
Pelo jeito, tem até gringo percebendo isso. O Ministério do Trabalho e Emprego concedeu 43.993 autorizações de trabalho para estrangeiros em 2008, o maior número em cinco anos.
Xs! que encontro por aí dizem o mesmo, que a mudança vem, o que varia é a velocidade.
A questão é saber se a gente quer mesmo passar por isso. Acho que é uma reflexão justa. Já comentei aqui que a expatriação tem uma aura de coisa boa, e penso que essa super expectativa que se levanta em torno dela pode minar um processo que, para ser rico, deveria ser iniciado com responsabilidade.
Na última X! entrevista, que trata da vida profissional dos expatriados, a especialista em transição de carreiras, Elaine Saad, fala sobre a importância de pensar com carinho na proposta de expatriação: “ simplesmente ir embora sem se ter certeza que a chance é realmente de crescimento e desenvolvimento é um ato impensado, muito comum antigamente, mas que não se aplica mais para o Brasil de hoje.”
Por isso, nada de culpa por ousar pensar que a expatriação pode não ser para você.
Além disso, Elaine acrescenta que o Brasil passa por uma fase de muitas oportunidades.
Pelo jeito, tem até gringo percebendo isso. O Ministério do Trabalho e Emprego concedeu 43.993 autorizações de trabalho para estrangeiros em 2008, o maior número em cinco anos.
E o que você acha disso? Clique em comentários logo abaixo, ou mande um e-mail para expatriadas@hotmail.com.
Imagem: SXC

2 comentários:
Olá! É um prazer falar com você!