Olá, X!Sexta-feira! Estava aqui pensando que de uns tempos para cá meus dias têm sido um fim de semana contínuo, já que estou na condição de esposa de profissional expatriado e faço parte do time que deixou tra-la-lá e etc e tal para acompanhar o maridão.
Engraçado que tenho tido compromissos, sim. Escola, casa, compras, contas, só que parece que tudo flui mais leve.
Engraçado que tenho tido compromissos, sim. Escola, casa, compras, contas, só que parece que tudo flui mais leve.
Mas conversando com as ex que estão na mesma condição que a minha, percebo que lidar com o fato de poder desacelerar e fazer coisas que não tinha tempo nenhum de fazer porque trabalhava como um camelo é algo que incomoda.
É como tomar gelado assim que a garganta cura ou não resistir ao vinho, mesmo recém-saída de uma paulada no fígado. Quero dizer que não tem nada demais, tipo, a doença passou, bola pra frente, mas tem aquela coisa de culpa que não larga do pé.
Aí na leitura diária encontro uma entrevista com um especialista em lazer, é mole? Resumindo, o cara diz que você é quem decide se a sua vida vai ser legal ou não.
Na entrevista para a Folha de hoje, Christopher Edginton garante que até no trabalho, até em um bate-papo, até em casa, até quando a conta bancária não ajuda é possível “descer pro play” - como dizem os cariocas - porque lazer é um estado de espírito.
Se você está aí se sentindo um nada porque não tem mais ninguém mandando no seu relógio e na sua agenda pense um pouco sobre as palavras do especialista. “Tudo que ocorre na vida de alguém tem um potencial de transformação. O lazer é um momento especial porque livra as pessoas de suas obrigações e lhes dá uma oportunidade de refletir, redefinir valores, aprender novas habilidades. Pense em lazer como liberdade --quando você é livre para escolher, para mudar a sua vida e seguir numa direção diferente”.
Então não deixe que esse seu fim de semana termine no domingo, ok?
É como tomar gelado assim que a garganta cura ou não resistir ao vinho, mesmo recém-saída de uma paulada no fígado. Quero dizer que não tem nada demais, tipo, a doença passou, bola pra frente, mas tem aquela coisa de culpa que não larga do pé.
Aí na leitura diária encontro uma entrevista com um especialista em lazer, é mole? Resumindo, o cara diz que você é quem decide se a sua vida vai ser legal ou não.
Na entrevista para a Folha de hoje, Christopher Edginton garante que até no trabalho, até em um bate-papo, até em casa, até quando a conta bancária não ajuda é possível “descer pro play” - como dizem os cariocas - porque lazer é um estado de espírito.
Se você está aí se sentindo um nada porque não tem mais ninguém mandando no seu relógio e na sua agenda pense um pouco sobre as palavras do especialista. “Tudo que ocorre na vida de alguém tem um potencial de transformação. O lazer é um momento especial porque livra as pessoas de suas obrigações e lhes dá uma oportunidade de refletir, redefinir valores, aprender novas habilidades. Pense em lazer como liberdade --quando você é livre para escolher, para mudar a sua vida e seguir numa direção diferente”.
Então não deixe que esse seu fim de semana termine no domingo, ok?

"Work smart, not hard!!" Isso era o que um amigo do Ro sempre diz. Engracado, a nocao de trabalho que està enraizada na gente, nè?
ResponderExcluirOutro dia disse para o Ro:"Nossa, vc chegou do trabalho suuuuper cheiroso ainda." Ele me respondeu:"Claro, trabalho o dia todo sentado, olhando papeis e dentro de uma sala com ar condicionado!".
Frase-chave para achar graca sempre: MUDANCA OU REORDENACAO DE VALORES.
Bjs.,
Sister.