Olá, X!O período por aqui é de volta às aulas. Nada novo. Calendário à parte, isso acontece no mundo todo pelo menos uma vez no ano. Mas uma cena me cativou. No supermercado uma mãe tentava convencer a filha sobre os benefícios de uma mochila – claro que menos atraente esteticamente em relação ao modelo que a menininha havia escolhido.
Esse nhe-nhe-nhem na seção de material escolar também não é novidade. Aliás, o mais comum em período assim e acompanhar verdadeiras batalhas por causa de caderno, borracha, canetinha e apontador.
Não, essa conversa não é sobre a luta da aluninha pelo belo nem pretendo abordar o esforço da mãe na defesa do útil.
O fato é que mais um clichê bateu à porta. Dizem por ai que não importa o que acontece na vida da gente mas em que transformamos esses acontecimentos. A menininha não será a única com a mochila mais útil. Uma legião de colegas devem estar na mesma situação, mas como cada uma vai se acertar com as experiências do cotidiano é outra coisa...
A astrônoma Maria Mitchell, por exemplo, fez dos costumes do século 18 a trilha para ousadia. Entre suas descobertas encontrou até um cometa.
Sim, também temos um universo a explorar. E não precisamos estar tão longe, tão só, tão... Basta coragem para simplesmente olhar. É que como dizia Michell... quanto mais vemos, mais estamos capacitados para ver.

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